É chamado de Ho 229. Surpreendentemente, o seu design é muito semelhante à bombardeiros B-2


O fly-by-wire, ou sistema de controle por cabo elétrico, é um tipo de controle das superfícies móveis de um avião por computador. Isso permite que qualquer modificação da direção e do sentido de uma aeronave feita pelo piloto seja "filtrada" e repassada para as superfícies móveis: aileron, profundor, leme. Com esse filtro, é possível aumentar a velocidade de reação, aumentar a capacidade de manobra de um avião ou impedir que se faça manobras que ultrapassem os limites de uma aeronave. Esse sistema foi usado no caça F-16 lightning Norte Americano, tendo sofrido vários problemas na fase de seu desenvolvimento (um piloto de testes morreu em um acidente relacionado com este sistema). No entanto, segundo os engenheiros que participaram do projeto do F-16, seria impossível o próprio vôo desta aeronave sem esse sistema, pois o projeto é aerodinamicamente instável e para manter-se no ar é preciso fazer uso desse controle eletrônico. Jatos comerciais da Airbus também usam esse sistema. A Embraer - Empresa Brasileira de Aeronautica, utilizará essa tecnologia no novo Legacy 650 Nos carros também é usado um sistema semelhante, denominado drive-by-wire, onde um sistema de controle eletrônico administra os dispositivos de controle (acelerador, freio e direção de um automóvel). Esse sistema é visto em carros de alta performance (Fórmula 1,Ferrari, Mclaren,etc), tendo como exemplo o controle de tração (proibido há algumas temporadas) e o acelerador automático.


Um avião não sabe voar, apenas voa.





Este vídeo é uma simulação de voou do Hoten Ho 229 apresentado em um jogo de combate aéreo. Na simulação, além do piloto aprender as características de voou de cada avião assimila também as referências visuais internas e externas do modelo. Neste game, existe também uma enciclopédia que descreve mais detalhes a respeito de cada modelo e conta as performances de pilotos que se destacaram em missões na WW2.

PlanaBH publica o primeiro boletim do 5º Encontro Mineiro de Planadores RC.

Aeromodelistas mineiros preparam uma esquadrilha de planadores radio controlados na modalidade PSS. 
A contagem regressiva começou ao aproximar a data do 5º Encontro Mineiro de Planadores RC que ocorrerá em setembro, nesta oportunidade a Associação PlanaBH publica o primeiro boletim. 

Para ver a programação e outras informações acesse o link da página: http://www.planabh.com.br/

A inspiração que veio de uma semente chamada Maple

robotic samara maple seed copter. 1


Cada vez mais as sementes voadoras me fascinam ao entender que o homem procura voar imitando a natureza, não só observando as aves, mas observando algumas sementes que se desprendem das árvores! Já penso em me concentrar neste assunto para entender um pouco de botânica relacionada aos estudos aerodinâmicos.

PlanaBH ganha destaque na revista RC Soaring Digest


Um grupo sério e muito unido ganha destaque na publicação da revista RC Soaring Digest e se prepara para o próximo Encontro de Planadores Rádio Controlados de Minas Gerais, agora em âmbito internacional, as atividades serão nos dias 7, 8 e 9 de setembro de 2012 na serra da Moeda em Belo Horizonte - MG.  A modalidade em destaque neste ano serão os PSS Gliders.

Examinando os destroços do PROTÓTIPO

As imagens a seguir tem cenas fortes!  :-)

Esta é uma das partes menos afetadas, somente algum arranhão.
Aqui vemos a costela da corda central. Notei que a longarina principal não foi afetada.
Exite uma parte muito frágil entre as tomadas de ar de turbinas, embora a ponta do nariz esteja reforçada.


Note o rompimento em linha reta por causa de uma fissura desenhada com régua.
Costelas quebradas.

Costelas quebradas, visão em outro ângulo.
A longarina não ficou danificada.








Acredito que nesta área da asa, ela não foi quebrada e sim rasgada, porque durante o voo, a Horten glissou e bateu com a ponta da asa no chão. O rompimento coincide com uma escotilha do servo, e o bordo de ataque não estava devidamente reforçado.

Detalhes dos rompimentos no bordo de ataque até o bordo de fuga onde inicia o aileron. Aqui a longarina está quebrada.






















Escotilha do servo durante a construção.
A seta vermelha na foto indica a posição da escotilha próximo ao bordo de ataque.
A espessura do Depron é de 2mm.



Escotilha do servo em vista de corte.










O lado convexo do plástico do canopy sofreu um grande afundamento ao bater na árvore, suponho que a Horten teve um ganho de velocidade durante o planeio.





No balanceamento das asas, havia uma diferença de 4g representada aqui por uma moeda colada na ponta da asa.

Visão geral das partes afetadas na planta do aeromodelo.
















Fotos: Ecra

O PRIMEIRO VOO DE TESTES


Marco Olivetto, fotografado por Marco Winter, antes do primeiro voo de teste na colina do Retiro das Pedras com apoio do grupo PlanaBH. Os pilotos foram Miguel Tostes "Migtrib" e Marco Olivetto.




Horten PSS Glider após colisão com arbusto. 
A cor verde de camuflagem dificultou sua localização, muito óbvio! 
Foto: Ecra.





Detalhes da colisão com a eletrônica exposta. Foto: Ecra.






Nestas últimas fotos, observe as fitas colocadas após tentativa de um primeiro lançamento. 
Foto: Ecra.



Grupo PlanaBH antes do lançamento. Foto: Ecra.









Anotadas as seguintes observações:
  • No teste de balanceamento notamos um excesso de peso no nariz do planador que se mostrou instável.
  • Nas condições locais, não tinha vento suficiente para lançamento, embora o grupo tenha presenciado um aumento gradativo da velocidade do vento que poderia ser ideal para o voou.
  • Retiramos o excesso de peso no nariz para acertar o centro de gravidade após o primeiro lançamento.
  • No segundo lançamento o planador se mostrou mais estável e planou, mas já estava em área crítica sem lift da encosta, e colidiu com um arbusto.
  • Nota-se que a estrutura precisa ser mais reforçada para suportar os impactos corriqueiros das pequenas colisões, que normalmente acontece com os planadores radio controlados de encosta. Neste caso, a placa de Depron de 2mm se comportou como uma "casca de ovo" porque a fuselagem era totalmente oca no conjunto de longarinas e costelas em seu interior. 
  • O acréscimo de peso deve-se também à bateria Lipo de 1000 mA 2S - 61g, e um ESC pesando 28g utilizados aqui. 
  • Para efeito de comparação, dois receptores poderiam ser usados no momento: um SPECTRUM DX-5 canais, pesando 7g, e um E-Sky EK2-0424 de 6 canais, pesando 10g. .
  • Peso do canopy de depron com plásticos e adesivos: 25g.
  • Peso de cada servo com fio, entre 11 ~ 13g.
  • Peso total da fuselagem sem a eletrônica: 407g
  • Peso total da Horten Ho-229 computado e sem o lastro: 608g.

Conclusões:
    • Na minha opinião, creio que a injeção de espuma expansiva, muito usada em reparos na construção civil e em reparos de pranchas de surf, no preenchimento do interior oco da fuselagem deste projeto possa ser uma boa alternativa oferecendo resistência sem acrescentar muito peso, como ocorre com o uso do isopor nos modelos PSS Gliders, mas a espuma expansiva deverá ser testada para ver sua viabilidade. 

    • O preenchimento de isopor no interior da fuselagem pode e deve ser utilizado, bem como a madeira balsa, ou outro tipo de material leve e resistente, mas como se trata de uma pesquisa de materiais envolvendo uso do depron em quase sua totalidade, o depron é o foco neste teste combinado com outros materiais ou não. 

    • Consideramos aqui o baixo custo do depron no mercado que é um fator muito importante para uso em substituição à madeira balsa que embora seja um material mais nobre também tem um custo elevado. Penso que se eu persistir no uso do depron como foi aplicado neste projeto, poderia adicionar varetas de fibra de vidro em todas as peças. Poderá ser uma nova solução! Penso também na aplicação de varetas de fibra de vidro dispostas e amarradas formando a fuselagem numa estrutura geodésica.
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